“plataforma” é uma surpresa extremamente agradável para quem gosta de narrativas fortes com humor e escolhas que realmente importam. Dos mesmos criadores de Tales from the Borderlands e The Wolf Among Us, o jogo combina o melhor da comédia de escritório com o universo dos super-heróis — e faz isso de forma única. Você joga como Robert Robertson (Mecha Man), um herói que perdeu tudo e acaba virando despachante em um centro de operações. A partir daí, o foco muda completamente: em vez de lutar diretamente, você coordena missões, lida com ex-vilões e tenta manter o equilíbrio entre salvar a cidade e sobreviver ao ambiente de trabalho mais caótico possível. O que mais me chamou atenção foi o carisma dos personagens — cada um com sua própria personalidade, manias e falhas, o que torna as interações naturais e realmente divertidas. A história é cativante, cheia de momentos leves e emocionais, e as animações são fluídas, reforçando o estilo cinematográfico típico da equipe de roteiristas. Durante minha jogatina, não encontrei nenhum bug, e o desempenho foi estável o tempo todo. O sistema de escolhas também é bem implementado, trazendo consequências perceptíveis tanto nas relações quanto nas missões. 📉 Ponto negativo: o jogo é lançado em episódios, então esteja ciente de que você não está comprando a experiência completa de uma só vez. As próximas partes serão lançadas ao longo dos meses, o que pode ser frustrante para quem quer jogar tudo de uma vez. No geral, “plataforma” é uma ótima mistura de narrativa, estratégia e humor. Se você gosta de jogos baseados em escolhas, com personagens carismáticos e um toque de sátira sobre o mundo dos super-heróis, vale muito a pena acompanhar.
Digamos que esse BF até está bom se for comparar com COD (kkkk), mas por ser um Battlefield, sinceramente não curti. Há vários pontos negativos que mostram como a franquia está se desviando totalmente do espírito original e tentando ser apenas um “COD da EA”. Parece que o foco agora é só tentar roubar os jogadores da Activision. 1. Mapas e identidade perdida: Eu jogo Battlefield justamente pelos mapas grandes com vários veículos — aquela sensação de guerra total. Só que aqui me deparei com apenas dois mapas realmente grandes, e nem são grande coisa. O único mapa bom é o Operation Firestorm, que ironicamente é um mapa do BF3! Dá pra ver o nível de preguiça da EA: em vez de criar novos cenários épicos, preferiram apostar em mapas com cara de COD e deixar a comunidade se virar com o Portal. Até o BFV teve mapas mais inspirados que esse. Como fã de Battlefield, fiquei bem decepcionado — e o pior é que quase ninguém comenta sobre isso. Nunca vou esquecer a primeira vez que joguei BF 1942 e pensei: “Caraca, esse mapa El Alamein é a renovação em jogos de tiro multiplayer!” — 30 minutos andando perdido no deserto, sem saber pra onde ir, mas me divertindo mesmo assim. Aquilo era Battlefield de verdade. Hoje em dia, parece que essa essência se perdeu completamente. 2. Bots e modo reduzido: Outro ponto que me incomodou foi a quantidade absurda de bots. Em mais da metade das partidas é basicamente você e IA. Além disso, removeram o modo com mais de 100 jogadores, o que tirou ainda mais da grandiosidade que sempre marcou a série. Ponto positivo (entre aspas): Pelo menos não tem mais loot boxes, haha. Mas sinceramente, isso nem deveria ser considerado um ponto positivo — deveria ser o mínimo.